Fonte: O Globo Online.
A surpreendente cifra (17.000 pessoas) grampeadas no RJ mostra uma realidade envolta em alta tecnologia ou simples criatividade com equipamentos rudimentares.
Detetives privados, empresas de investigação e "agentes secretos".
O vasto mercado de ilegalidades, que iniciam-se em casos de infelidade conjugal, passando por segredos comerciais e finalizando em política.
Será que ainda existem pessoas que sente-se seguras ao telefone?
segunda-feira, 9 de junho de 2008
17.000 grampos legais e ilegais no RJ
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sábado, 7 de junho de 2008
Lei de Inteligência e Contra-Inteligência

Venezuela - Promulgada em 30 de maio, a Lei já causa polêmica e obriga o governo do pais a anular provisoriamente a mesma .
O objetivo da Lei de Inteligência e Contra-Inteligência é obrigar as pessoas, instituições jurídicas, de Direito público ou privado, nacionais ou estrangeiras, municipais, estaduais, redes sociais, ou grupos de participação popular a cooperar com os serviços de inteligência do governo. No caso de não cooperação, a penalidade é de 2 a 4 anos de prisão para civis, e 4 a 6 para funcionário públicos.
Segundo o governo, o interesse é "identificar, neutralizar, previnir" toda atividade interna ou externa por fatores que possam atentar contra a ordem constitucional e instituições democráticas.
A nova lei está causando tantos protestos, devido a forma como foi escrita, que foi anulada provisoriamente para "correções".
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domingo, 1 de junho de 2008
Super Tucano

A venda do avião militar Super Tucano, pela Embrar para o americana Blackwater, tem causado embaraço ao governo.
A Blackwater é a maior companhia do mundo em segurança para serviços de defesa independentes, ou como é conhecida, soldados mercenários. A empresa é muito conhecida por atuar em áreas de conflito, como o Iraque.
A venda do Super Tucano tramitou secretamente, em 2006. O problema é que pela legislação brasileira, a venda de equipamentos militares para empresas privadas e para uso em conflitos, é proibida. Também, para vender um equipamento como esses, o trâmite de autorização circula pela Presidência da República (Brasil) e negociada diretamente com o governo dos Estados Unidos.
A versão vendida, foi modificada, inibindo o sistema de armas e as duas metralhadores .50 que ficam nas asas.
Segundo analistas e consultores, a escolha da compra do Super Tucano foi pela qualidade e não por lobbies ou política.
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